Goiânia-GO -

00:00:00

COMPARTILHE EM SUAS REDES SOCIAIS!

19 abril 2013

Marconi anuncia obras em reduto de Iris


 

Governo Itinerante recomeçou na região noroeste com promessa de obras no valor de R$ 50 milhões, incluindo o Hugo 2
CHARLES DANIEL
Em 19/04/2013, 00:06
O governador Marconi Perillo (PSDB) anunciou ontem investimentos de R$ 50 milhões em obras de pavimentação, esgoto, drenagem pluvial, construção de 315 casas populares, de um Centro Integrado de Cidadania, de duas praças, de um Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei), entre outras obras, durante a primeira edição do Governo Itinerante de 2013, na região noroeste. A região é reduto tradicional do ex-prefeito Iris Rezende e, por consequência, do atual gestor de Goiânia, Paulo Garcia.
Marconi disse que o evento é uma forma muito eficiente de interlocução e diálogo, bem como de prestação de serviço à população mais afastada dos centros urbanos. “Estamos atendendo mais de 500 mil pessoas que vivem na região noroeste por todos os órgãos do governo estadual, federal e entidades que prestam serviços eficientes e rápidos”, exaltou.
O diferencial da nova edição, segundo ele, é o aprimoramento, com o oferecimento de mais serviços. “Temos praticamente todo o governo aqui”, salientou.
O coordenador do programa Governo Itinerante, secretário de Articulação Institucional Daniel Goulart, disse em seu discurso que a região foi escolhida para sediar a retomada do evento porque é a mais populosa da capital. A localidade também foi escolhida pelo prefeito Paulo Garcia (PT) para sediar o primeiro mutirão do ano, no dia 18 do mês que vem (a data seria o próximo dia 27, mas foi adiada).
Melhorar imagem
Daniel afirmou que o foco do Governo Itinerante é aproximar os serviços públicos da sociedade, mas nos bastidores fala-se que Marconi espera melhorar sua popularidade com os eventos, assim como ocorreu em 2001 e 2002. Por si só, os eventos não têm essa capacidade de recuperação, é necessária a realizaçãodas obras prometidas para que a população sinta os efeitos no dia a dia dos bairros onde mora.
No terceiro ano do seu primeiro mandato, a partir de setembro de 2001, o governador realizou 50 eventos pelo Estado, o que lhe rendeu o aumento da popularidade e a reeleição em 2002. Desta vez, o tucano fará 13 eventos até setembro e deverá realizar outros no final deste ano e no decorrer do próximo.
Em fevereiro, o governador revelou que espera uma avaliação melhor ao final da gestão, ao comentar uma pesquisa do Instituto Fortiori sobre a aprovação de sua administração, à época de 45,7%.
Marconi se esforçou para detalhar as iniciativas do Estado que beneficiará diretamente a região em pouco mais de 20 minutos de discurso, já com a voz rouca. Antes, ele entregou 5 mil kits escolares; 158 escrituras da Vila Mutirão; 57 cadeiras de rodas; 50 passaportes para idosos; entre outros.
Durante o discurso, o governador citou obras concluídas e que terão início, como o Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT); Vapt Vupt da Avenida Mangalô; iluminação e duplicação da GO-070 entre Goiânia e Inhumas; duplicação do trecho entre Inhumas e a Cidade de Goiás; construção de um viaduto na saída de Trindade e outro na entrada da Vila Mutirão; construção da Universidade Estadual de Goiás (UEG) e do Hospital de Urgências (Hugo2) na região noroeste.
“Se eu tivesse ficado circulando o tempo todo, parecendo biruta de Aeroporto, não teria conseguido fazer o governo acontecer”, desabafou.
Outros dois eventos ocorrerão em Goiânia, nas regiões norte e leste, e dois em Aparecida de Goiânia. O cronograma prevê ainda edições até setembro em Águas Lindas; Trindade; Formosa; Novo Gama; Anápolis; Senador Canedo e Santo Antônio do Descoberto.
De acordo com Daniel, esta edição do Governo Itinerante, que seguirá até domingo, não alcançou a qualidade exigida pelo governador, em decorrência da falta de recursos.

Fonte: 
o 

06 abril 2013

Polícia quer desarmar moradores de rua




GOIÂNIA-GO
Além da tentativa de pacificação, a operação ainda pretende informar indigentes sobre o perigo do uso de entorpecentes
ANGÉLICA QUEIROZ / CEJANE PUPULIN
Em 06/04/2013, 01:08
Desde o dia 12 de agosto do ano passando – quando um jovem morador de rua foi morto a tiros no Centro da capital –, população, autoridades e, principalmente, moradores de rua, estão apreensivos. A violência não para. Pelo menos outros 24 moradores de rua foram assassinados até ontem. Nesta semana, mais dois casos foram registrados – na segunda-feira, um homem foi esfaqueado após discutir com um usuário de drogas da região na Praça do Trabalhador e na quarta-feira outro morador foi morto em frente à Câmara Municipal, no Setor Norte Ferroviário. Em mais uma ação para tentar conter essa onda de mortes, a Polícia Militar (PM), em parceria com a Polícia Civil, está abordando os moradores de rua com o objetivo de desarmá-los.
Segundo o comandante do 1º Batalhão, major Eldecírio da Silva, a operação não quer constranger ou retirar as pessoas de situação de rua, mas verificar se estão de posse de arma de fogo ou drogas, além de conscientizá-los da situação de riscos em que vivem. A operação se concentra nos setores Coimbra, Oeste e partes do Setor Sul. Para a PM, já está provado que não existem grupos de extermínio de moradores de ruas. A Delegacia de Homicídios é a responsável por investigar os ataques a indigentes na capital. Até ontem, 11 pessoas haviam sido presas.
Crimes
Grande parte dos moradores de rua mortos em Goiânia foi executada a facadas. Armas de fogo, pedras e pedaços de pau também estão entre os materiais mais utilizados pelos assassinos. A aposta da operação é desarmá-los, já que esse tipo de homicídio, muitas vezes, é praticado por próprios colegas das vítimas, que também vivem nas ruas. Principal motivo: brigas por tráfico de drogas – seja consumo ou revenda.
Eldecírio destaca que os indivíduos conhecidos da polícia, com passagens por furtos, roubos e tráfico, são os principais alvos da operação. “Nossa intenção não é abordar mendigos ou bêbados, mas, sim, os usuários de drogas. É apenas um serviço da polícia e não social”, explica o major. “Vamos desestimulá-los de andar armados. E mostrar o perigo do envolvimento com entorpecentes”, emenda. De acordo com o comandante, durante a operação também serão feitas buscas em possíveis locais que sirvam para esconder objetos roubados, como bueiros e pontes.
Região central é a mais crítica da capital
A última morte se deu à luz do dia em frente à Câmara Municipal. A vítima, identificada como Canela, tinha aproximadamente 30 anos e várias marcas de facadas nas costas e de pauladas na cabeça. A polícia acredita que Canela teria se desentendido com um grupo de moradores de rua que usava crack na calçada da Câmara e foi atacado por três homens. Um deles, identificado como Fernando, foi preso em flagrante.
Em janeiro, a Polícia Civil realizou um mapeamento nos pontos considerados críticos na capital.De acordo com o levantamento, a maioria dos crimes acontece no Centro, seguido de Campinas e Setor Leste Universitário. Entre as vítimas, a maior parte são homens e jovens. A possibilidade da existência de um grupo de extermínio e a ligação de policiais com os crimes chegou a ser investigada. A conclusão, no entanto, foi a de que as mortes não têm relação entre si, embora em alguns dos crimes tenha sido confirmada a participação de PMs. Para a Polícia Civil, os crimes não têm muitas semelhanças, a não ser o fato de todos serem moradores de rua e a motivação comum: de forma direta ou indireta, uso ou tráfico de drogas.
Delegacia de Homicídios e Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (Denarc) chegaram a realizar operações conjuntas para tentar coibir o tráfico e, consequentemente, diminuir as mortes. A estimativa, de acordo com dados da Pastoral da Igreja Católica, é que existam em Goiânia 900 moradores de rua, mais de 70% nas ruas do Centro da capital. Em reportagem publicada em 1º de dezembro, O HOJE foi às ruas ouvir os moradores que contaram estar em pânico com as mortes. Na ocasião um deles chegou a afirmar que, além das drogas, outro motivo para as execuções seria preconceito.

FONTE; O HOJE DE GOIÃNIA-GO

02 abril 2013

PREFEITURA INVESTE R$ 2,3 MILHÕES EM EQUIPAMENTOS PARA 25 UTIS NEONATAL

GOIÂNIA-GO

Além do investimento inicial de R$ 2,3 milhões, o HMMDI terá um custo mensal de R$ 180 mil com recursos humanos e mais R$ 400 mil com insumos e medicamentos

O Hospital da Mulher e Maternidade Dona Iris (HMMDI), inaugurou nesta terça-feira, 02, 25 novos leitos de UTIs neonatal e uma série de equipamentos de última geração, adquiridos pela Prefeitura de Goiânia com investimento de R$ 2,3 milhões. “As Unidades de Terapia Intensiva foram criadas para cuidar dos recém-nascidos prematuros, de baixo peso, que correm risco de vida e, portanto, necessitam de cuidados 24 horas por dia, já que são pacientes com alta taxa de morbi-mortalidade”, explica Cleide Simão, responsável pelos projetos de saúde da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). 



A Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) do HMMDI está preparada para receber esses pacientes em condições delicadas de saúde com o que há de melhor em recursos humanos e tecnológicos na área da saúde. “Os equipamentos vão proporcionar à equipe um atendimento de qualidade, contribuindo para a recuperação mais rápida do recém-nascido”, conta Cleide. 

Equipamentos de última geração
Os novos leitos de UTI neonatal terão aparelhos de fototerapia microprocessado, aparelhos para pressão positiva nas vias aéreas (CPAP neonatal), bombas de seringa, ventilador de pulmonar, berço aquecido, incubadora infantil microprocessada, incubadora de transporte, ressuscitador infantil (baby puff). 

Além disso, outros mobiliários e equipamentos darão mais conforto e segurança aos acompanhantes e pacientes, como poltrona-cama, desfibrilador cardíaco, eletrocardiógrafo, monitor multiparâmetro, oxímetro de pulso, raio X portátil, foco cirúrgico móvel, aparelho de ultrassonografia portátil, aparelho de laringoscópio infantil, painel de gases, carro de emergência, mesa de mayo, computadores dentre outros. 

“Além do investimento inicial de R$ 2,3 milhões, o HMMDI terá um custo mensal de R$ 180 mil com recursos humanos e mais R$ 400 mil com insumos e medicamentos, como gaze, esparadrapo, CPAP, eletrodo e etc”, informa Cleide Simão.

Tecnologia de ponta
As unidades contam ainda com ventilador pulmonar de última geração, com tela sensível ao toque e monitorização gráfica, específico para neonatologia; ventilador de alta frequência, também de última geração que propicia a ventilação de alta frequência, específicos para bebês prematuros de baixo peso (este é o único equipamento no serviço de neonatologia no Estado); incubadoras microprocessada, com controle de umidade, oxigênio na cúpula sem necessidade de outros equipamentos, temperatura e peso que propiciam menor interferência no neonato e maior conforto para o desenvolvimento, sem a necessidade de retirar o paciente para a pesagem diária; fototerapia com sistema de irradiância por LEDs de alta potência; sistema de ventilação na invasiva por controle de bolhas; otimização dos equipamentos evitando a entubação e utilização dos ventiladores em diversos tratamentos; berço aquecido com sistema de LED, suporte ao procedimento de “Mãe Canguru” e parto humanizado. Além disso, haverá o chamado “baby puff’, um sistema de reanimação de fácil operação e precisão no processo de ressuscitação do neonato. As UTIs terão ainda monitor multiparâmetro, com tecnologia que possibilita intercambiar os modelos de monitorização (capnografia e pressão invasiva) entre os leitos, sem necessidade de interromper a monitorização do paciente; e poltrona-cama, para maior conforto às mães visando melhor humanização do serviço.

Especificações
Ventiladores específicos para crianças de baixo peso; ventilador de alta frequência (o primeiro das UTIs neonatais no Estado); CPAPs (sistemas de ventilação que não necessitam de entubação, otimizando o serviço e evitando o uso de ventiladores pulmonares para esse tipo de ventilação). As incubadoras têm o diferencial de dar todo o suporte necessário para o bebê sem que seja preciso movimentá-lo com todos os tubos. A estrutura foi pensada de forma que a família fique próxima do neonato, reservando um espaço de apoio e disponibilizando poltronas próximas ao leito para mais conforto do acompanhante. 

Os equipamentos modernos, a equipe bem treinada e o quadro de funcionários completos oferecerão maior qualidade no atendimento possibilitando uma recuperação mais rápida do paciente, conforto durante a internação e possibilidade de acompanhamento da família. O HMMDI também terá outro diferencial: a implantação de cinco leitos Mãe Canguru, que permitirá maior vínculo do neonato com a família. É um tipo de assistência neonatal que se dá pelo contato pele a pele entre a mãe e o recém-nascido de baixo peso, de forma crescente e pelo tempo que ambos entenderem ser prazeroso e suficiente, permitindo que os pais participem mais do cuidado ao bebê.



Autor: Rimene Amaral
Fonte Portal Prefeitura de Goiânia-GO
Folha de Goiás 02/04/2013 

24 março 2013

Líder tucano garante: Marconi é o nome


Charles Daniel
Em 24/03/2013, 00:47
O presidente da Associação Goiana dos Municípios (AGM), prefeito de Bom jardim Cleudes Bernardes da Costa, o Baré (PSDB), acredita que o governador Marconi Perillo (PSDB) será candidato a reeleição ano que vem, por circunstância, porque ele é o maior líder em evidência, possui capacidade aglutinadora e porque a oposição está desarticulada.
Segundo ele, a base não tem outro nome para ser lançado governador. “Marconi é o nome, até pelo clamor dos partidos. Acho que ele não vai fugir dessa missão”, acredita.
Para Baré, a oposição está muito desarticulada, pois não tem um candidato definido e começa a se dividir, ao criar atritos entre si, o que deixa o caminho livre para o projeto do PSDB. Apesar dos desgastes nos dois primeiros anos de gestão, o presidente da AGM afirma que o tucano ainda é o homem mais forte para a disputa.
O prefeito de Bom Jardim considera natural os desgastes provenientes do poder, pois já são três mandatos de Marconi e um de seu antecessor, Alcides Rodrigues (PP), o que também gerou perdas em virtude do rompimento de ambos.
Ele cita ainda a perda política decorrente da Operação Monte Carlo, que aventou envolvimento do governador com o grupo de Carlinhos Cachoeira, acusado de explorar jogos ilegais. Para Baré, a imagem de Marconi está sendo recuperada neste ano, porque não se provou nada. Os grandes veículos de comunicação do País noticiaram que a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Congresso Nacional que investigou a relação de Marconi com Cachoeira, foi utilizada para vitimar o tucano.
De acordo com o presidente da associação, ficou patente à população que essa CPMI teve a finalidade de desconstruir o projeto político do governador, já que ele destacou-se nas últimas eleições, quando enfrentou o governo federal, estadual e as forças políticas municipais e, mesmo assim resistiu, saindo vitoriosos do processo eleitoral.
Baré lembra que sua terceira vitória lhe trouxe reconhecimento nacional, gerrando homenagens e palestras pelo País, o que teria incomodado a oposição.
Reforma política ampla e que inclua o financiamento público de campanha
O presidente da AGM defende uma reforma política ampla, que inclua o financiamento público de campanha. Ele revelou que todos os grupos políticos tiveram envolvimento com Cachoeira, devido ao sistema de financiamento de campanha em vigor.
O sistema político no Brasil é o mais caro do mundo, conforme argumento do líder da associação. No entanto, não haveria avanço na reforma porque o Congresso Nacional estaria atendendo apenas o interesse de corporações, segundo acusa. “O grande entrave para o País desenvolver, moralizar e crescer é o próprio Congresso Nacional”, reclamou. Para o prefeito, a reforma deve partir da iniciativa popular, a exemplo da Lei Ficha Limpa, porque julga que o Congresso não age, mas reage às indignação da população.
Ele exemplifica que para um deputado federal se eleger em Goiás são gastos em torno de R$ 7 milhões na campanha, financiados por grupos que cobrarão seus interesses no futuro.

Fonte O Hoje de Goiânia-GO


06 março 2013

AGDR assina contrato para estudos sobre rodovia temática

GOIÁS

A Agência Goiana de Desenvolvimento Regional está iniciando as ações referentes à rodovia temática Caminho de Cora Coralina. Nesta sexta-feira, 1º de março, em solenidade realizada no auditório do órgão, com a presença do secretário de Gestão e Planejamento do Estado, Giuseppe Vecci e da presidente da Agência, Lêda Borges de Moura, foi assinado contrato entre a AGDR e a - Módulo BR Arquitetura, Design e Construção Ltda, no valor de R$ 152.537,66, além da ordem de serviço para a realização de estudos de viabilidade e plano conceitual de desenvolvimento regional do projeto. O objetivo é promover o desenvolvimento do turismo e resgatar o roteiro histórico dos antigos viajantes em Goiás.
Também participaram do ato o diretor de Gestão, Planejamento e Finanças da AGDR, Itamar Leão; a diretora Técnica, Paula Amorim: o chefe de gabinete de Gestão do Serviço Público da Segplan, Bruno Fleury, +os representantes da Módulo, Antônio  Augusto Huebel Rebello e Ana Luiza Piatti e servidores da Agência.
Lêda Borges destacou a determinação do governador Marconi Perillo de apoiar o desenvolvimento do turismo histórico e ecológico no Estado. Também lembrou o empenho dos servidores da AGDR, por meio de suas gerências, técnicos e corpo funcional na condução desse projeto, que está inserido no Polo de Desenvolvimento Turístico-Histórico do Eixo Brasília/Corumbá de Goiás/Pirenópolis, Jaraguá/Cidade de Goiás – estabelecido no Plano Plurianual 2011/2015.
O secretário de Gestão e Planejamento fez uma breve relato missão da AGDR, enfatizando a decisão do governador Marconi Perillo de conferir novo papel ao órgão, ao instituir políticas públicas de abrangência regional, como estratégia para redução dos desequilíbrios e desigualdades entre as diversas regiões do Estado. Na condução desse processo, conforme o secretário, a diretoria da AGDR está afinada com o Governo para atingir os objetivos propostos.
Ele lembrou que a rodovia temática contempla, inicialmente,20 kmentre Corumbá de Goiás e Pirenópolis e que o processo exige agilidade para colocar a obra como “a primeira de um conjunto de ações que desenhamos para atender os interesses da população no fomento ao turismo regional e histórico”.
Ao final do evento, após a assinatura do contrato e da ordem de serviço, o representante legal da empresa vencedora da licitação, Antônio Augusto Huebel Rebello, fez uma apresentação do trabalho que será desenvolvido para reconstituição das trilhas histórias.
Ele salientou a tendência de crescimento do turismo histórico no Brasil e avalia que O Caminho de Cora Coralina tem todas as características para ser referência nessa atividade.  A rodovia temática, de177 quilômetros, envolve o trecho da Cidade de Goiás a Corumbá de Goiás e prevê a construção de trilhas superpostas e paralelas à rodovia, associadas a espaços com áreas de descanso e contemplação em todo o percurso, incluindo bancos, placas indicativas e informativas e centros de apoio ao turista.
Serão consideradas as áreas de influência com suas vocações, como as pequenas cidades, para direcionar o apoio às atividades prioritárias (gastronomia, cultura, artesanato, hotelaria e outros), que possam gerar riqueza em função do Caminho de Cora Coralina. O estudo resultará no diagnóstico para estruturação e demarcação do caminho.
Goiânia, 1º/03/2013 – Gerência de Comunicação
Fonte: site  AGDR

26 fevereiro 2013

Segurança privada no Brasil cresce 74% nos últimos dez anos

Veruska Donato
Brasil
São Paulo

 

Violência no país levou a crescimento expressivo deste setor. Investimento em segurança começa a ser feito ainda no projeto de novos empreendimentos.


Pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que em dez anos, a segurança privada cresceu 74% no Brasil. O brasileiro gasta quase R$ 40 bilhões com seguro e contratação de trabalhadores em segurança.
O aumento da violência fez crescer também o mercado de equipamentos de proteção. Hoje, o investimento em segurança começa a ser feito ainda no projeto dos novos empreendimentos. As câmeras de vigilância 24 horas estão por todos os lugares, em condomínios luxuosos e nos mais modestos.
A necessidade desse tipo de serviço vai surgindo conforme os prédios vão sendo erguidos em São Paulo. José Antonio Caetano é sócio de uma empresa de segurança que cresce 10% ao ano. “Hoje a prioridade número um é segurança. A construtora entrega os prédios com tubulação pronta, porque sabe que a qualquer momento vai ser instalado um sistema de equipamento”, diz.
Para o Instituto Sou da Paz, ONG que pesquisa as causas da violência, esse tipo de investimento em segurança privada dá uma falsa sensação de proteção e não resolve o problema. “Um profissional de segurança pode inibir, mas não vai impedir que aconteça um roubo. Tem fator inibidor, mas não é solução definitiva”, opina Melina Risso, diretora do Instituto Sou da Paz.
As empresas dizem que precisam investir sempre em novos equipamentos e no treinamento dos vigilantes. O setor de segurança no Brasil emprega 1,5 milhão de trabalhadores.
Reportagem  O Jornal Hoje  - Rede Globo
Edição do dia 26/07/2012
26/07/2012 14h11 - Atualizado em 26/07/2012 14h16

Folha de Goiás 26.02.2013


18 fevereiro 2013

Câmara inicia ano com denúncias


 GOIÂNIA-GO

Um ano após a Casa sofrer desgaste com denúncias de ligação de vereadores com Carlinhos Cachoeira, novo escândalo envolve outros
VENCESLAU PIMENTEL
Em 18/02/2013, 00:43


A Câmara de Goiânia inicia nesta terça-feira as atividades da nova legislatura, eleita em outubro de 2012, em meio a um novo escândalo que põe mais uma vez o Legislativo municipal no olho do furacão. 
O episódio acontece um ano depois de a Casa ser sacudida com denúncias do suposto envolvimento de 11 vereadores com o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, cuja quadrilha foi desmantelada pela Polícia Federal na Operação Monte Carlo.
A partir desta semana, a Câmara passa a conviver com denúncias de envolvimento dos vereadores Paulo Borges (PMDB) e Welington Peixoto (PSB) com esquema de corrupção na Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma). Borges foi preso na sexta-feira, 15, na operação desencadeada pelo Ministério Público.
No mesmo dia, Peixoto foi preso, prestou depoimento na sede do Ministério Público e liberado logo em seguida. Os dois são apontados pelo MP como integrantes de uma suposta quadrilha que estaria atuando na Amma, na cobrança de propina para cancelamento de embargos, entre outros delitos. A operação, batizada de Jeitinho, apontou o envolvimento, também, de servidores do órgão da Prefeitura de Goiânia.
O constrangimento, na Câmara, começa com a possibilidade de o Conselho de Ética abrir procedimento para apurar eventual quebra de decoro parlamentar por causa dos dois vereadores. Tanto o presidente da Casa, Clécio Alves (PMDB), como a presidente do conselho, Célia Valadão (PMDB), pregam cautela, em nome da presunção de inocência.
Por causa do caso Cachoeira, o Conselho de Ética abriu procedimento para apurar a quebra do decoro parlamentar contra Elias Vaz (Psol), Santana Gomes (PSD), Maurício Beraldo (PSDB), Clécio Alves (PMDB), Deivison Costa (PTdoB), Juarez Lopes (PTN), Virmondes Cruvinel (PSD), Luciano Pedroso (PSB) e Geovani Antônio (PSDB).
Pesava contra esse grupo de vereadores uma suposta atuação em favor de interesses econômicos de Cachoeira, junto à prefeitura da capital, a exemplo das obras de reforma do Parque Mutirama, a cargo da Warre Engenharia. Para o Ministério Público Federal, o contraventor sera uma espécie de sócio oculto da empreiteira, ficando com 30% dos recursos destinados à obra.
Por mau comportamento, como alegou o Conselho de Ética, Santana Gomes foi punido com a suspensão de suas atividades parlamentares por 15 dias. Os demais foram poupados. Seis meses depois, escutas telefônicas da Polícia Federal, feitas com autorização judicial, para a Operação Monte Carlo, flagraram conversas de Cachoeira com Cida Garcêz (PV) e Pedro azulão Júnior (PSB), além de Elias, Santana, Geovani e Beraldo.
O Conselho de Ética ignorou solenemente os novos fatos, apesar de fortes indícios que apontavam a intervenção da Cachoeira em assuntos internos da Câmara, dentre eles a tentativa de esvaziamento da Comissão Especial de Inquérito (CEI), que chegou a ser criada para investigar supostas irregularidades em contratos da Prefeitura com a empreiteira Delta Construções, na gestão do ex-prefeito Iris Rezende (PMDB).
Escutas telefônicas da Polícia Federal, feitas com autorização judicial, mostraram que Cachoeira e o então ex-diretor da Delta, Cláudio Abreu, trabalharam para impedir que vereadores assinassem o requerimento de criação da CEI. A manobra não impediu que a comissão fosse instalada, mas teve o efeito de fragilizar os trabalhos, que chegaram ao final sem nenhuma conclusão.
Outra questão que a Mesa Diretora da Câmara deve decidir esta semana diz respeito às comissões permanentes que tanto Paulo Borges como Welington Peixoto fazem parte.
Borges foi escolhido presidente da Comissão Mista, uma das principais da Casa, além de integrar o Conselho de Ética. Peixoto é segundo secretário da Mesa Diretora e presidente da Comissão de Finanças, Orçamento e Economia.
Os dois vereadores fazem parte da bancada de apoio ao prefeito Paulo Garcia (PT), que terá de lidar com as denúncias do MP que envolvem também servidores da Amma. A pasta, que se viu envolvida em outras polêmicas, nos últimos meses, será comanda pelo ex-prefeito Pedro Wilson (PT).

Fonte.

Os problemas e desafios do transporte público no Distrito Federal e região Metropolitana.



 
Um dos direitos fundamentais das pessoas é o de ir e vir. No entanto boa parte das metrópoles brasileiras não tem conseguido viabilizar esse direito de forma satisfatória. A (i)mobilidade das metrópoles, com exceção de algumas regiões metropolitanas, aplica-se quase uniformemente. Brasília por suas dimensões mostra-se como um dos piores casos no Brasil.
O Distrito Federal e Região Metropolitana cresceram muito rápido no período de 1980 a 2010. Esta região como as demais no Brasil, juntas, expressou a mudança intensa pela qual passou a economia brasileira. De outro lado, uma das estratégias adotadas para desenvolver o setor industrial no Brasil foi priorizar a indústria automobilística. A produção de automóveis envolve a expansão e a consolidação de diversos setores econômicos (produção de insumos, combustível, desenvolvimento do mercado de crédito e financiamento etc.).
Mas tudo tem um preço. E o preço que pagamos foi caro. O automóvel individual foi prioridade dos investimentos em mobilidade urbana (e em boa parte dos casos ainda é). Túneis, vias expressas e investimentos correlatos superaram aqueles dedicados aos diferentes modais (como o ferroviário). Mesmo no modal rodoviário, do ponto de vista de espaço ocupado nas vias públicas, os automóveis tiveram prioridade, na maioria das vezes, em detrimento dos ônibus.
A intensa migração, o encarecimento dos terrenos centrais, mais bem situados (levando-se em conta o transporte deficiente), e demais fatores criaram incentivos para a configuração espacial das nossas metrópoles: as classes de menor poder aquisitivo acabam por se concentrar nas Satélites e região metropolitana. Lá os preços dos imóveis e terrenos são menores, compensando a baixa acessibilidade e a insuficiência de infraestrutura.
Ou seja, a classe com menores condições reside distante dos locais de emprego, consumo e entretenimento. Além disso, essa classe depende de transporte público pouco eficiente e de baixa qualidade, pois este não foi priorizado ao longo de décadas. Mais ainda, quando membros dessa classe conseguem obter crescimento de renda e acesso a crédito, desprivilegiados que são em sua mobilidade, têm como principal impulso a aquisição de automóveis. Isso, por sua vez, somente agrava ainda mais o quadro de engarrafamentos em massa.
O transporte público eficiente é a solução para a maior parte dos problemas no trânsito das grandes cidades brasileiras. Nos últimos dez anos, a frota de veículos do País dobrou, chegando a 60 milhões de unidades. O impacto nas vias urbanas é visível nas grandes cidades e em municípios de médio porte, que já sofrem com o caos dos engarrafamentos.
O Ministério das Cidades está ciente do problema, mas trabalha com um meio termo entre incentivo à compra de carros – que aquece a indústria e cria empregos – e a redução do fluxo de veículos nas ruas. “A indústria automobilística é geradora de emprego e renda e, por isso, é incentivada pelo governo federal. Nosso objetivo é convencer até mesmo famílias com mais de dois carros a usar o transporte público”, afirma o Secretário Nacional de Transporte e Mobilidade Urbana, Luiz Carlos Bueno de Lima.
Como utilizar um transporte se o mesmo não apresenta incentivos de custo/beneficio agregados à comodidade e não oferece aos seus usuários uma boa qualidade. Basta tomar um ônibus de qualquer satélite ou cidade do entorno em um horário de pico para constatar a veracidade disso. Pesquisas revelam que no geral os usuários de ônibus reprovam, em mais de 50%, a qualidade dos serviços prestados. Embora os empresários do transporte sempre argumentem que o transporte do DF e Go (entorno) tenham uma qualidade considerada boa, dentro dos limites da razoabilidade.
As notícias da moda  giram em torno das consequencias geradas pelo incêndio que ocorreu recentemente na boate KISS em Santa Maria-RS, a imprensa e até mesmo as autoridades, buscam desenfreadamente  por culpados e responsáveis, quando na verdade,  no meu ponto de vista, a negligência e inoperancia além dos proprietários, também foi do estado, por meio dos orgâos fiscalizadores, isso  também causou um efeito cascata que andou fechando inúmeras casas noturnas pelo Brasil afora. Pais continental com problemas da mesma proporcionalidade, o que me diriam as autoridades e orgãos fiscalizadores se encontrassem em nossa  frota  de coletivos, quase que 60% dos veículos com problemas seríssimos de segurança, como ausência de extintores, Pneus Carecas, perfurações no assoalho, sistemas de frenagen com avarias etc..
Será que estamos aguardando uma nova tragédia urbana  para que os orgaos responsáveis resolvam partir para o trabalho de fiscalização? 

Hélio Porto Jr
DRT/DF 9280 MTE

Leda Borges promove reunião de trabalho com servidores da AGDR




A presidente nomeada da Agência Goiana Desenvolvimento Regional, Leda Borges de Moura, se reuniu nesta sexta-feira, 15, com os servidores, no auditório da AGDR, para apresentação de suas propostas de trabalho. Ao ressaltar a sua confiança no projeto político-administrativo do governador Marconi Perillo, Leda Borges elencou como missões prioritárias dar visibilidade à Agência e lançar mão da sua experiência na gestão pública para atingir as metas propostas pelo governo com a execução das ações e projetos de desenvolvimento regional.

Ela lembrou a sua condição de liderança na região do Entorno do Distrito Federal, que conta com mais de 1 milhão de habitantes e mais de 800 mil eleitores, para dimensionar o tamanho da responsabilidade que está assumindo, de comandar uma Pasta cujo trabalho ainda é desconhecido da maioria das prefeituras goianas. Um dos grandes desafios a serem vencidos é justamente conferir essa visibilidade, estabelecer parcerias e avançar na execução das atividades propostas.

Leda Borges disse que o trabalho deve ser realizado no tempo político do Governo, para que possa ser executado e inaugurado o maior número possível de obras, em todo o Estado. Ela se colocou à disposição de todos os servidores e manifestou a confiança no trabalho de equipe, para que a AGDR apareça pela competência.

Durante a reunião o ex-presidente, Liosório de Jesus Meireles, agradeceu aos servidores pelo empenho no trabalho realizado em sua gestão. Também se disse tranqüilo com a escolha de Leda Borges para presidir a AGDR, pela experiência como administradora e gestora e pelo bom trânsito nas esferas estadual e federal.

A diretora Técnica Paula Amorim falou também em nome dos servidores na acolhida à nova presidente, fazendo referência à sua larga experiência na vida pública, inclusive no comando da Prefeitura de Valparaíso de Goiás, a 6ª maior cidade do Estado.

A servidora Ana Lúcia Silva Mendes, em nome de todos os servidores, entregou uma placa em homenagem ao ex-presidente Liosório de Jesus Meireles, pelo trabalho à frente da AGDR. Ao final da reunião, os servidores cantaram Parabéns aos aniversariantes do mês de fevereiro.

Fonte Portal :AGDR

13 fevereiro 2013

Leda Borges assume presidência da AGDR




Leda Borges de Moura, ex-prefeita de Valparaíso de Goiás, é a nova presidente da Agência Goiana de Desenvolvimento Regional. Ela substitui Liosório de Jesus Meireles e assumiu o cargo nesta quinta-feira, 7, às 15 horas, no Centro Cultura Oscar Niemeyer, em concorrida solenidade que contou com a presença do governador Marconi Perillo, da Primeira Dama Valéria Perillo, do vice-governador José Eliton de Figuerêdo Júnior, autoridades estaduais e municipais, quando foram empossados os novos auxiliares do Governo.

Ela agradeceu a oportunidade de compor a equipe do Governo, ressaltou o apoio das autoridades e da comunidade de Valparaíso de Goiás e municípios do Entorno do DF. Leda Borges manifestou a expectativa de corresponder à confiança do Governador, enfatizando que responderá com muito trabalho para vencer os desafios que se apresentarem. Também agradeceu a presença dos servidores da AGDR.

O governador Marconi Perillo agradeceu aos novos auxiliares por terem aceitado o desafio de cumprir uma grande tarefa, nos próximos dois anos, com uma agenda dinâmica de trabalho e realizações.

Marconi Perillo enfatizou a necessidade de focar toda atenção no social, em saúde, educação, segurança pública e em infraestrutura, para dar suporte ao desenvolvimento. Ele disse que os novos auxiliares têm papel fundamental na viabilização desses projetos, que já começam a se transformar em ações concretas. Uma missão preponderante é estabelecer parcerias com os municípios, que enfrentam dificuldades quanto à capacidade de endividamento e apresentação de projetos e que precisam do apoio do Governo.

Goiânia 7/02/2013


Gerência de Comunicação

Goiás

Novo presidente da AGEL, Célio de Silveira, diz que prioridade é a reforma do autódromo

GOIÁS

celio divulgação
Célio de Silveira assume a AGEL (Foto: Divulgação)
O médico Célio Antônio de Silveira, de 54 anos, é o novo presidente da Agência Goiana de Esporte e Lazer (AGEL). Ele assumiu nesta terça-feira (05) no lugar que era de José Roberto de Athayde. Célio de Silveira já foi prefeito da cidade de Luziânia, entre 2005 e 2008, e também entre 2009 e 2012.
Além disso, ele já foi presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual e secretário extraordinário do governo Marconi Perillo. O repórter da Rádio 730, Rafael Bessa, esteve na posse do novo presidente, que ressalta que a prioridade da AGEL nesse momento é a reforma do autódromo de Goiânia.
As verbas para as obras do autódromo devem ser de aproximadamente R$ 1 milhão. Além disso, outra prioridade é a retomada das obras do Centro de Excelência, e também do estádio Pedro Ludovico Teixeira, o estádio Olímpico.
Célio de Silveira chega disposto a contribuir para que modalidades de esportes especializados possam crescer durante sua gestão. “A intenção é continuar prestigiando todas as modalidades, a natação, o vôlei, o basquete. Já existe alguma coisa em relação a elas, mas se a gente puder dar novo incremento, dependendo do orçamento, nós vamos participar de todas as modalidades esportivas”, disse.
Ele afirma que é preciso mudar o pensamento em relação a esporte em Goiânia. “Normalmente quando se fala em esporte, a primeira coisa que vem na cabeça é o futebol, mas nós sabemos que não é só futebol”, revelou o presidente.
Fonte: Pedro Marinho -  PORTAL 730 - Goiânia-GO

27 janeiro 2013

Incêndio em boate no Rio Grande do Sul deixa 232 mortos


Incêndio em boate no Rio Grande do Sul deixa 232 mortos

(Texto atualizado às 14h05) PORTO ALEGRE - O número de mortos em um incêndio na boate Kiss em Santa...
Incêndio em boate no Rio Grande do Sul deixa 232 mortos
"Anteriormente, a Brigada Militar havia informado o número de 245 mortos"
(Texto atualizado às 14h05) PORTO ALEGRE - O número de mortos em
um incêndio na boate Kiss em Santa Maria, no centro do Rio Grande do Sul, foi corrigido para 232, sendo 120 homens e 112 mulheres, segundo o Batalhão de Operações Especiais. Além disso, 131 pessoas ficaram feridas.
Anteriormente, a
Brigada Militar havia informado, em uma entrevista coletiva, o número de 245 mortos. Um caminhão
precisou realizar
quatro viagens para retirar os corpos do local e levá-los até um ginásio.
Os corpos que foram possíveis de serem identificados por documentação serão apresentados a familiares. O ginásio da cidade está sendo liberado para velório coletivo.
Hospitais da região
precisaram solicitar auxílio de profissionais para atendimento.
Essa já é considerada a maior tragédia do Estado. Antes, o incidente com maior número de mortos no Estado havia ocorrido em 28 de julho de 1950, quando um avião quadrimotor chocou-se contra o Morro do Chapéu, em Sapucaía do Sul.
Testemunhas afirmam que o fogo começou durante o show pirotécnico durante a apresentação de uma banda. O material de isolamento acústico do prédio - feito de espuma - incendiou e a fumaça intoxicou as vítimas.
Conforme os Bombeiros, as vítimas fatais morreram devido à inalação de fumaça tóxica. "A maior parte dessas pessoas morreu asfixiada. Elas entraram em pânico e acabaram pisoteando umas às outras. O principal fator (para as mortes) foi a asfixia. O isopor gera uma fumaça muito tóxica", afirmou o comandante geral dos Bombeiros do Rio Grande do Sul, coronel Guido Pedroso de Melo.
Conforme um segurança que trabalhava na boate no momento do incêndio, entre mil e duas mil pessoas deveriam estar no local durante o incidente. A maioria era adolescente.
Alvará
O alvará do Plano de Prevenção de Combate a Incêndio da boate Kiss estava vencido desde agosto de 2012, segundo o comandante geral Guido Pedroso de Melo.
O governador do RS, Tarso Genro, confirmou, por meio de sua conta no Twitter, que se dirigirá a Santa Maria. "Domingo triste! Estamos tomando as medidas cabíveis e possíveis. Estarei em Santa Maria no final da manhã", escreveu o governador. A presidente Dilma Rousseff cancelou seus compromissos no Chile e viaja para Santa Maria ainda hoje.

22 janeiro 2013

O empresário, a política e o ataque


 

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, repete a sina dos industriais que ousaram se candidatar a cargo público e viraram alvo de denúncias

i106212.jpg
ECONOMIA & NEGÓCIOS
|  N° Edição:  2056 |  08.Abr.09 - 10:00 |  Atualizado em 22.Jan.13 - 22:03
 - Istoé     Independente

"Já apareço nas pesquisas com 1% das intenções de voto, isso incomoda muita gente"Paulo Skaff, presidente da Fiesp
 No Brasil, toda vez que o nome de um grande empresário começa a despontar como potencial candidato às urnas, ele se torna objeto das mais variadas denúncias. O mais recente episódio do gênero envolve Paulo Skaf, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Cotado para disputar o governo paulista em 2010, Skaf teve seu nome citado nas investigações da Operação Castelo de Areia, da Polícia Federal. Deflagrada há duas semanas, a operação realizou uma devassa em uma das maiores empreiteiras do País, a Camargo Corrêa. Além das suspeitas de lavagem de dinheiro e de remessa ilegal para o Exterior (R$ 20 milhões), também estão sendo investigados supostos desvios de recursos repassados à construtora para obras do governo federal e a legalidade de contribuições da empresa para campanhas políticas. De acordo com a Polícia Federal, Skaf teria atuado como intermediário entre a Camargo Corrêa e vários partidos políticos que receberam doações da empreiteira. Isso porque seu nome foi mencionado em escutas telefônicas feitas com autorização judicial no decorrer das investigações. Para Skaf, não há nada de imoral ou ilegal em suas ações. "Pedi a uma empresa grande (Camargo Corrêa) que fizesse uma doação dentro da lei a um senador do Pará, expresidente da Federação das Indústrias do Pará, que é o Flexa Ribeiro, e outra doação para um senador do Rio Grande do Norte, José Agripino Maia, líder de um grande partido no Senado, que é o DEM. Tudo dentro da lei e com recibos que inclusive já foram apresentados." Ressaltando que a Fiesp representa nada menos que 130 mil empresas, ele não faz nenhuma acusação, mas lembra que não é possível saber o que se passa dentro delas. "Imaginar que a gente tem controle é um absurdo imenso", diz. E, categórico, garante: "Vou continuar a fazer tudo dentro da lei."
Apesar de evitar falar em politização das investigações, é com certa estranheza que Skaf tem encarado a situação de ver o seu nome e o da Fiesp em um relatório policial. "Causa espécie imaginar que estão valorizando uma simples citação em dezenas de milhares de horas de gravação", diz o presidente da Fiesp. Ele nunca se filiou a nenhum partido, mas assume que, por conta de sua gestão na Fiesp e pela defesa de bandeiras como a extinção da CPMF, se tornou uma opção forte para a cadeira de governador de São Paulo e tem sido cortejado por partidos dos mais diversos matizes ideológicos. "Mesmo sem ser filiado a nenhum partido, já apareço nas pesquisas com 1% das intenções de voto", destaca. "Isso, sem dúvida, incomoda muita gente." Outro ponto que Skaf faz questão de esclarecer é que, se estivesse articulando apoios para a sua possível candidatura ao governo paulista em 2010, teria sugerido doações nesse Estado e não para o Nordeste. Quanto aos planos para o governo de São Paulo, ele é evasivo: "Tenho até o dia 30 de setembro para pensar em me filiar", diz.
Mesmo sem o pré-requisito fundamental para disputar uma candidatura nas urnas, Skaf repete a sina dos empresários que ousaram postular um cargo público. Foi assim com Antônio Ermírio de Moraes em 1986, quando disputou o governo de São Paulo contra Orestes Quércia e Paulo Maluf. Dono do grupo Votorantim e à época o maior empresário do País, Antônio Ermírio respondeu a acusações de explorar trabalho escravo por um de seus adversários, Paulo Maluf. O resultado foi que, mesmo com 1,1 milhão de votos e em segundo lugar na disputa, vencida por Orestes Quércia, o empresário nunca mais quis concorrer a cargos eletivos. Com a experiência e os problemas que enfrentou na época de campanha, escreveu até uma peça de teatro: Brasil Sociedade Anônima.
i106213.jpg
Outro personagem do mundo empresarial que também já quis entrar para a política foi o dono do SBT, Sílvio Santos. Em 1989, ele foi candidato à Presidência da República ao lado de Fernando Collor, Luiz Inácio Lula da Silva e Leonel Brizola. Mal começou a deslanchar nas pesquisas, Sílvio recebeu nada menos que 18 pedidos de impugnação. Isso porque, filiado às pressas pelo PMB, na reta final da campanha, teve sua candidatura considerada ilegal no Tribunal Superior Eleitoral, pois seu partido não havia realizado convenções em todos os Estados brasileiros. Até o vice-presidente José Alencar, dono da Coteminas, a maior indústria têxtil do Brasil, se viu às voltas com denúncias. Em 2005, sua empresa, que vendeu camisetas para o partido do presidente Lula durante a campanha de 2004, foi acusada de receber como pagamento recursos do caixa 2 do PT. O ônus da prova coube ao acusado. Alencar teve que demonstrar sua lisura no processo. "Nós vendemos as camisetas, cobramos, recebemos menos de 10% da dívida, emitimos as notas e pagamos os impostos, ainda demos recibo, para que eles (PT) lançassem na contabilidade deles. Se eles não fizeram isso que culpa temos nós?", disse o vice-presidente na época. Alencar, provavelmente, agora sabe bem como funciona o mundo da política. Talvez seu exemplo possa servir de referência para Skaf.